SEGUIR POR E-MAIL

quinta-feira, 15 de julho de 2010

O TEMPO DAS PERGUNTAS

Ontem por um segundo o tempo passou devagar e deu tempo até de te ver de verdade. Só ontem.
Só se sente medo quando se tem muito a viver e eu já vivi demais. Demais para te temer.
Não me olhe como se eu tivesse respostas a perguntas mal feitas. Não me olhe como se eu te tivesse em mim de novo.
Quando nos perdemos, perdemos o tempo das perguntas. Agora de que servem respostas que esbarram em paredes recem pintadas? No fundo são brancas. Respostas brancas não me servem mais. Quero antes os rabiscos dos primeiros beijos.
Lembra? A gente brincava de medir os lábios... de amarrar as línguas... 
A gente brincava de ser só a gente mesmo e essa era nossa melhor resposta.

Um comentário:

  1. O amor é o elo de todas as perguntas, quando se esgotar as respostas é porque esse sentimento tão contagiante que o ser humano cultiva partiu sem avisar, algumas vezes ele volta, mas na maioria delas é definitivo.

    ResponderExcluir