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segunda-feira, 16 de agosto de 2010

UMA TARDE NO PARQUE

E de que importa se as flores nem se abriram no parque? Quem disse que me incomodo se a placa diz não entre e o lago não é de se nadar - só os patos nadam - por terem a grande sabedoria de não lerem placas. As flores é que perderam o beijo que eu ganhei. O lago é que deixou de banhar nossos corpos tão iguais.
A culpa? Do frio, claro. Foi o frio que me fez chegar perto do seu calor e me encolher no seu abraço e me perder no seu beijo.
Depois - indo embora - vi uma flor nadando nua no lago. Pensei: tarde demais - já tenho nas mãos as mãos que me hão de aquecer. Nada mais me importa. Até o frio desmaiou.

5 comentários:

  1. NOSSA AMEI SEU POEMA , APOSTO QUE DEVE TER VIVIDO ESSE MOMENTO COM UMA PESSOA MUITO ESPECIAL OU QUE SE IDENTIFICOU MUITO, ENTÃO SE FOI VIVIDO ESTE MOMENTO COM A PESSOA CERTA AGUARRE E DE VALOR POIS ESTA MESMA É MUITO VALIOSA POR MERECER ESTAS FRASES......?????

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  2. "...vai dizer que o tempo não parou naquele momento?..."

    Eu já sabia!!!

    Bjs

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  3. Li ontem o poema de Vinicius, "O tempo dos parques"!

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  4. Dá vontade de estar vivendo um desses momentos tão únicos.
    Adorei sua forma de comentar e descrever as coisas. =]

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  5. Muito boa a mensagem, digna de fazer parte do meu portfólio!!!! PARABÉNS

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