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KEH TC?

- oi, keh tc cmg
- oi, o que você disse? Não entendi.
- heiiiiiinnnnn?
- Que língua é essa?
- Ki lg eh esa?
- Do you speak English?
- : (
- Habla Español?
- heiiiiiiinnnnnn?
- (...)
- keh tc cmg?
- (...)
- kd vc? tc cmg : (
- Desculpe, eu não entendo essa língua. No understands! No hablo
- ????
- ????
- naum vai tc?
- Naum é seu nome?
- hah???????? Vai si fd!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
- ok, Vai si fd para você também, Naum, beijo. Fui!

Comentários

  1. *huahuahuahuhauahau*
    Mto bom... tenhu ki mostrar pa minha irmã pq ela só fala axim!
    XD
    huahauahuhuahuahuaha

    Abraço! =D
    Erick Assis Novaes

    ResponderExcluir
  2. Professor, seu blog é tudo de bom !
    Todo dia estamos aqui te visitando !

    Teresa e Eder ~

    ResponderExcluir
  3. Muito engraçado !
    Seu blog é tudo de bom !
    Abraços !

    Teresa e Eder ~

    ResponderExcluir
  4. HAHAHAHAHAH má pq vc non kis tc cum eLE?

    ResponderExcluir
  5. Muito bom; tem a questão da comunicação nos dias de hoje misturado à informalidade, e a vontade de querer se comunicar[tc], nesse caso não correspondido.....

    Acho que deve ter um KEH TC?-parte II

    Beijo, fui!

    BRUNO SOARES DE OLIVEIRA

    ResponderExcluir

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SE O RELÓGIO...

Se o relógio só pode marcar um instante a cada instante...
Vive, pois, de matar e desmatar instantes o relógio

É como a queda
d'água parada diante da própria queda
ou como o paraquedas
aberto depois do fim da queda

É como o suicida que desiste do suicídio embaixo do trem
ou a viúva que insiste no esposo depois do último palmo de terra

Se o relógio só marca o agora
então ele nada marca
O ponteiro do segundo
é um eterno atraso lento
somado a um pra sempre amanhã
é o intervalo
entre o fôlego e o afogamento
a ponte entre o nunca e o tanto faz
a janela aberta pra dentro
o piano sem cordas
a corda no pescoço morto
a pena na mão muda
a derradeira palavra vã
que dita é poeira no vento
e muda é poesia sem ventre...
é nada

Se o relógio só marca o agora
ele,
então,
marca o nada.






TARDE DEMAIS

Desço, só, o desfiladeiro sombrio de mim mesmo
Amanheço veias cansadas como rios sujos
Amanheço velhas pancadas no ouvido surdo
Amanheço, mas só porque me amanhece o dia já quase sem manhã...

Amanheço na marra, à forca, a fórceps
Amanheço à espera da nova noite noiva
Que me desposará pra fora do que me fala quando me falha a fala.

Amanheço.
Não. Não amanheço de fato
Antes escureço
É dia no meu fuso e eu escureço

Escureço enquanto o dia, lá fora de mim
Exerce seu papel mesmo e mesmo aos outros que não eu...
Enquanto o mundo escorrega sombras
Eu, sozinho, mudo e morto
Me mudo nu pro quarto dos fundos
Depois dos muros já velhos de perdas e escombros
Num sopro turvo, no último assombro já há muito esquecido

Na cortina cerrada que me escurece o palco, o quarto e eu...
Num resto de socorro gasto...
No tarde demais.

E a noite amortece câimbras.

INSINUAÇÃO

Cabe um brevíssbimo eco no fim do último olhar ...
Pouco antes do jamais.
Entre o agora e o talvez.

Mas este eco pode ficar assim calado
Durar noites inteiras de lua cheia e chão vazio
Ou somente olhar o mar e dentro dele o navio
Eternamente a afundar...

Não sei.

Prefiro assim:
Deixo escorrer do olho o olhar
E só
 - nem eco nem silêncio -
Tudo mera insinuação.