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quarta-feira, 13 de abril de 2011

SAUDADE

Hoje nem seu alô ouvi ao pé do meu ouvido...
E me acinzentou o dia - chovia e o para brisa embaçou - chovia dentro do carro. Dentro de mim. 
Eu embacei.
Como eu sei que chegou ao fim o meu dia se faltou seu durma bem pra eu dormir bem? Vou fingir que a meia noite nunca há de chegar e que para sempre será 12 e será sempre abril no meu eterno janeiro e eu serei sempre seu.
Hoje não posso nem escrever poesia. Isto? Não, isto não é poesia - É saudade.

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