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domingo, 15 de setembro de 2013

Por tudo aquilo que o tempo não cura





Algumas sementes - ansiosas - explodem antes de na terra tocar. 
Outras, sossegadas, esperam o próprio tempo delas se cansar. 
E, finalmente, as sementes das mais frondosas árvores aguardam calmas, porém atentas a seu tempo, porque sabem que, pra tudo há o momento exato e reconhecem quando é tempo de brilhar.

O tempo, enfim, é o senhor dos destinos, 

compositor dos traços de minhas mãos, 
compasso de minhas curvas, 
batuta soberana que me (des)afina a voz.
É o que diz meu nome e me acorda um pouco menos eu todo dia. 

O tempo está em tudo e em tudo se faz vivente.
E é assim que ele se faz protagonista em "Por tudo aquilo que o tempo não cura"









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