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domingo, 3 de janeiro de 2010

A busca

É uma espécie de busca selvagem, cega
vou vagando por aí. Nas noites como vaga-lume sem luz
como morcego diurno tonto inebriado
É uma espécie de avesso. Um não ser eu.
Quando sou do outro é como se fosse eu o próprio outro
Sugando. Absorvendo. Padecendo
Se há um vazio, é só quando o outro me esvazia
E o calo de ser vazio me joga nos braços de outros outros
E sigo cego essa minha caça sem freio sem fim
Sorriu quando eu disse no fim do fim:
Não. Não estou numa fase de segundos encontros!

4 comentários:

  1. Rubens Pantano Neto4 de janeiro de 2010 00:40

    Seguindo meu comentário anterior gostaria de agradecer pela tradução do que estou sentindo agora: um vazio por conta de um outro que me esvaziou. Começou inspirado 2010, hein?

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  2. Olá Leandro me add ai. bacana o meu profile é o link abaixo http://www.orkut.com.br/Main#Profile?rl=mp&uid=4525788920619953384 Pois tentei te add no orkut mais não consegui.
    bjs

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  3. Wow... welcome to... "Erick's life"

    Abraços!

    Erick A. Novaes

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  4. Olá...A justificativa (risos)

    Quando disse acima "Welcome to my life" me referi a questao da "especie de busca selvagem cega vagando por ai" um desespero de encontrar alguem e sair no "escuro" a procura, entao achar alguem que tire o que há em você, que o veja apenas como um corpo ignorando plenamente a alma e o seu EU. É usar e ser usado e só se dar conta disso depois ao ler um poema bem escrito e se encontrar dentro dele.

    Forte abraço.
    Até mais!
    Erick A. Novaes

    P.S: Viajei, mas faz tanto sentido para mim o que eu disse...(risos)

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