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quinta-feira, 18 de junho de 2015

NADA MAIS





Há pouco passo pra tanto caminhar
pouca voz pra tanto desdizer...
agora o dito ecoa
ouço o azedo do que disse
quando tudo que havia para ser dito
era silêncio e nada mais...


Há pouco espaço pra tanto vasculhar
pouca mobília dentro do meu vazio
agora o dito escoa
e tudo é longe
e tudo é nunca
e, enfim, existe tempo
onde só havia relógio e nada mais...









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