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Mostrando postagens de junho, 2015

NADA MAIS

Há pouco passo pra tanto caminhar pouca voz pra tanto desdizer... agora o dito ecoa ouço o azedo do que disse quando tudo que havia para ser dito era silêncio e nada mais... Há pouco espaço pra tanto vasculhar pouca mobília dentro do meu vazio agora o dito escoa e tudo é longe e tudo é nunca e, enfim, existe tempo onde só havia relógio e nada mais...