Pular para o conteúdo principal

MENSAGEM





Intimidade é aquela coisa bem gostosa que preenche nossos silêncios, 
que completa nossos olhares, 
que sustenta o nosso amor.


E como é bom saber que a sua presença basta. 


Estar ao seu lado dispensa dicionários 
- não ... eu não preciso de palavras pra dizer o que sinto nem de música pra dançar no seu abraço.
 Preciso só deitar no seu peito e sentir que nele mora meu carinho. 
Que no melhor canto de você tem uma foto minha a te sorrir 
E que o som da minha voz dizendo seu nome é o que vai contigo, tatuado na lembrança do teu corpo.
E não há noite que eu durma sem ouvir de ti um 'durma com Deus'. 

Se não ouço com ouvidos, ouço com o coração, sinto com a alma e, então, durmo, enfim, dentro de ti ainda que não esteja aqui.







Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

DESMORONAMENTO

Ah, se eu fosse algum parnasiano Como seria bom viver! Ou fosse eu algum árcade  ou bossa-nova! tudo forma todo molde Ah, como seria doce e como seria leve! Viver de brisa como vive a brisa e de orvalho como o próprio orvalho... Mas que nada... sou mais B arroco que Tropicália, mais B yron que João Gilberto... Como do tarô a morte o enforcado, a torre,  o diabo... sou este ser assim pesado este avesso em si mesmo talhado este  des mo  ro  na  men to... um atraso, um ataque um pileque, uma ressaca... Este quase esquecimento de nomes e datas Este peso Este peso Se não fosse o peso do que sou se não fosse o peso... Ah, seria eu um poema  a flutuar parnasiano numa praia lerda num postal ... antes da faísca,  depois do Carnaval ... antes do cisto,  depois ...  bem depois do Natal

INSINUAÇÃO

Cabe um brevíssbimo eco no fim do último olhar ... Pouco antes do jamais. Entre o agora e o talvez. Mas este eco pode ficar assim calado Durar noites inteiras de lua cheia e chão vazio Ou somente olhar o mar e dentro dele o navio Eternamente a afundar... Não sei. Prefiro assim: Deixo escorrer do olho o olhar E só  - nem eco nem silêncio - Tudo mera insinuação.

CAMINHADA

      Carregar uma dor pela vida afora é como ter                       calo  nos pés.                       chegará, cedo ou tarde, o dia em que a                        dor, assim como o calo, vai impedir a                                                  caminhada .                  e vai nos fazer sentar à beira da                                estrada...                   sentados, então, vamos passar a viver de      ...